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MOVIMENTO
FAMILIAR CRISTÃO-AMAPÁ Reunião do Conselho Diretor Regional Norte nos dias 18,19 e 20 de maio de 2007 o no Estado do Amapá mas precisamente na cidade de Macapá, para tratar de varios assuntos administrativo entre ele o Encontro Nacional em julho na cidade de Araraquara SP e a sucessão do coordenador(a) do CONDIR NORTE para o triênio 2007/2010. Celio e Felicidade - SERCOM |
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EQUIPE BASE SÃO PAULO PROGRAMAÇÃO PARA 2007 Quem ouve esses meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém ela não caiu porque havia sido construída na rocha. (Mateus 7. 24-25) PERÍODO: 1º Semestre 2007 |
METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS
METODOLOGIA - Entende-se METODOLOGIA como uma mediação, um caminho utilizado para aproximar os objetivos inicialmente traçados dos resultados esperados.
A metodologia utilizada nas ações apostólicas da Igreja de Cristo deve considerar que o serviço prestado pelo cristão tem que ser EVANGELIZADOR, ou seja, anunciador da boa nova, da boa notícia, da salvação, da libertação proclamada por Jesus. A evangelização torna-se uma via de mão dupla: o destinatário se evangeliza ao encontrar a libertação de sua mazela e o agente também se evangeliza ao tornar-se um ser humano melhor, quando consegue ajudar o irmão.
As práticas de EDUCAÇÃO FAMILIAR, de jovens, pais, noivos ou casais, através de encontros, equipes de base ou qualquer outra forma, precisam ser instrumentos de evangelização.
A metodologia proposta pelo MFC para qualquer trabalho de suas bases deve revestir-se de uma prática libertadora, tendo como inspiração os métodos de ensino desenvolvidos por Paulo Freire, grande pedagogo brasileiro e referência obrigatória na revolução pedagógica moderna. Dessa forma deve ser:
estimulante da atividade e
iniciativa do grupo sem abrir mão da iniciativa do agente;
facilitadora do diálogo dos participantes entre si e com o agente;
respeitadora dos interesses do grupo, de seu ritmo de aprendizagem e das características
psicológicas de cada indivíduo, sem perder de vista, contudo,
a sistematização lógica dos conhecimentos e a sua organização
para efeitos de transmissão dos conteúdos.
Esta interação entre agente e grupo faz a metodologia transformar-se em PARTICIPATIVA e pode ser sintetizada nos seguintes passos:
1. Ponto de Partida.
Será a PRÁTICA SOCIAL, o CONHECIMENTO COMUM aos agentes e aos
participantes dos grupos.
Nesse ponto agentes e participantes se encontram em níveis diferentes de COMPREENSÃO da prática social:
O agente, no ponto de partida,
possui uma compreensão PRECÁRIA: de um lado tem algum conhecimento
da prática social (conhecimento do grupo), que lhe permite uma antecipação
do trabalho que poderá ser desenvolvido com os destinatários;
por outro lado desconhece os níveis de compreensão destes.
Por sua vez o grupo possui uma compreensão artificial, confusa, porque,
por mais conhecimentos e experiências que possuam seus componentes,
não sabem exatamente que trabalho será desenvolvido naquele
momento.
O agente tem uma visão CRÍTICA da prática social, que lhe permite orientar o trabalho no sentido dos OBJETIVOS QUE TEM EM MENTE. Já o conhecimento dos participantes, muitas vezes, NÃO É TOTALIZANTE; é FRAGMENTADO e SUPERFICIAL, guiada por um tipo de visão que poderíamos chamar de INGÊNUA, NÃO CRÍTICA, orientada pelo SENSO COMUM. O agente sabe para onde quer conduzir o processo educativo; os grupos vão interferindo no processo posteriormente, mas no ponto de partida eles ainda não têm condição de articular para onde o processo irá seguir.
2. Problematização.
Consiste em detectar os PROBLEMAS que precisam ser resolvidas no âmbito
da prática social.
3. Instrumentalização.
Consiste na busca e utilização dos INSTRUMENTOS TEÓRICOS
e PRÁTICOS, FERRAMENTAS necessárias à solução
dos problemas detectados na prática social. Tais instrumentos devem
ser PRODUZIDOS SOCIALMENTE (em GRUPO) e preservados historicamente. Sua apropriação
pelos grupos depende da transmissão direta ou indireta do agente. Esse
é o momento das EXPLICAÇÕES DAS LEITURAS DE TEXTOS, REFERÊNCIAS
BÍBLICAS, FILMES, SLIDES, ETC.
4. Purificação.
Momento da expressão elaborada de uma NOVA FORMA de ENTENDIMENTO da
PRÁTICA SOCIAL (conhecimento inicial). Nesse ponto o grupo já
conseguiu chegar a uma compreensão mais clara dos problemas, suas causas,
seus efeitos, e já possui um saber, fruto dos trabalhos de reflexão
e debate havidos até então, que lhe permite DISTINGUIR COM MAIS
SEGURANÇA e de FORMA CRÍTICA a CONJUNTURA SOCIAL que está
sendo estudada.
5. Ponto de Chegada.
Aqui a própria prática social (problema debatido) estará
melhor compreendida por todos. Os DESTINATÁRIOS crescem em conhecimento
e ATINGEM o NÍVEL em que se encontrava o AGENTE no PONTO de PARTIDA;
ao mesmo tempo a COMPREENSÃO do AGENTE torna-se menos precária,
visto que conseguiu perceber perfeitamente até onde CRESCEU o CONHECIMENTO
do GRUPO.
As METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS estimuladas pelo Movimento Familiar Cristão devem na medida do possível ser construídas com o máximo de PARTICIPAÇÃO do GRUPO. O agente deve ser apenas o animador do debate e não repassador único do conhecimento. Nesse método substitui-se a PALESTRA pelo DEBATE em grupo.
Nestas metodologias o processo de SALVAÇÃO (LIBERTAÇÃO) se dá na medida em que todos os participantes do processo de conhecimento (destinatários e agentes) participam dessa construção. Os destinatários não são meros ouvintes, mas contribuem diretamente, tornando-se MENOS TÍMIDOS, MAIS SEGUROS para se POSICIONAR e MAIS CRÍTICOS em suas avaliações da realidade social. Já os agentes ENRIQUECEM SEUS CONHECIMENTOS INICIAIS com a EXPERIÊNCIA efetivamente TRANSMITIDA pelo GRUPO e sentem-se FELIZES em contribuir com o crescimento deste. Dessa forma aconteceu para todos a boa nova, a passagem da opressão para libertação; entende-se que, realmente, aconteceu o EVANGELHO do SENHOR.
“UMA Aplicação Prática da Metodologia Participativa”
1. Levantamento dos interesses
do grupo.
Este momento inicial deve PARTIR da EXPERIÊNCIA PRÁTICA dos PARTICIPANTES.
A equipe de coordenação CONSULTA-OS sobre os ASSUNTOS que lhes
INTERESSARIA TRATAR durante o trabalho. Esses assuntos devem ser listados
de alguma forma.
Deve-se escolher uma dinâmica apropriada para que todos possam se expressar, respeitando, porém, as dificuldades que alguns possam sentir para falar nesse momento inicial.
Se o grupo é numeroso, convém dividi-lo em grupos menores, com um membro da equipe coordenadora atuando como animador.
2. Organização dos assuntos listados em unidades temáticas.
Todas as indicações recolhidas dos participantes devem aparecer num quadro ou painel de cartazes, agrupadas em UNIDADES TEMÁTICAS, isto é, assuntos afins, que possam fundir-se num mesmo tema de trabalho e debate.
A organização dos temas produz uma interessante movimentação dos participantes, CHAMADOS a INTERVIR, OPINAR sobre essa organização.
3. Escolha das prioridades.
Submeter à APRECIAÇÃO do GRUPO a ordem de importância
das unidades temáticas. Assim se definirá a PRIORIDADE na ABORDAGEM
dos TEMAS, que deverão ser tratados sucessivamente, um de cada vez.
Se não for possível trabalhar todas as unidades temáticas
no tempo predeterminado, os participantes devem sentir-se motivados a participar
de futuros trabalhos para concluir o iniciado.
4. Problematização.
Toma-se a primeira unidade temática e inicia-se esta etapa, que tem
por objetivo o LEVANTAMENTO, a ANÁLISE, o DIAGNÓSTICO PRELIMINAR
e PRECÁRIO de PROBLEMAS que os participantes identificam e pretendem
ver solucionados.
Se os participantes forem casais ou noivos, deve-se dar um pequeno tempo de reflexão individual e mais alguns minutos de conversa a dois sobre os assuntos dessa unidade, incentivando o diálogo do casal.
Em cada grupo deve haver UM ANIMADOR preparado para motivar a participação ativa de todos. O animador cuidará de intervir discretamente como PROVOCADOR, NUNCA COMO “PROFESSOR”, ou “AQUELE QUE SABE MAIS”.
Esse trabalho de grupo exigirá tempo razoável, para que sejam seguidas as seguintes e sucessivas etapas de reflexão e discussão:
Identificação
dos PROBLEMAS que costumam surgir nas situações abrangidas nesta
unidade temática. O enunciado tem que deixar claro tratar-se de um
PROBLEMA identificado pelos participantes.
Preparado o “cardápio”, “a listagem”, o animador
pedirá a todos que indiquem as CONSEQÜÊNCIAS de cada problema
listado, para avaliação de sua maior ou menor gravidade. Todos
devem ser animados a se manifestar, discutir, concordar, discordar.
O novo desafio será identificar as CAUSAS imediatas, mais visíveis
e perceptíveis dos problemas. O animador deverá chamar a atenção
do grupo para a importância de se atuar sobre as causas dos problemas
e não apenas sobre os sintomas, facilitando assim sua solução.
Sugestões aos animadores:
a) Nesta primeira unidade de trabalho, convém manter ainda separados
os casais ou membros da mesma família.
b) O método a ser utilizado pelo animador do grupo poderá ser através de perguntas provocativas, do tipo:
“Quais serão
as CONSEQÜÊNCIAS desses problemas sobre nós, nossa família,
nossa comunidade?” Quanto mais conseqüências forem identificadas,
melhor será o diagnóstico.
“Quais serão as CAUSAS desses problemas?”
c) Os animadores devem estar muito atentos ao tratamento das causas, visto que é atuando principalmente sobre as causas e não sobre as conseqüências que os problema são de fato resolvidos. Devem, ainda, ter a sensibilidade de observar que as causas via de regra estão em nós mesmos, em nossos temperamentos, nossas mentalidades, nossas diferenças, ou nas influências externas (no modelo de sociedade).
d) O animador é um participante do grupo, como os demais. Por isso, também pode opinar sobre os problemas, com naturalidade, prevenido contra a tentação de dar aulas ou passar a imagem de professor.
e) Um relator, membro do grupo, deverá anotar tudo. Ao terminar, o grupo preparara coletivamente um cartaz para expor, em plenário, o que produziu até este momento. O cartaz indicará, para cada PROBLEMA, as suas CONSEQÜÊNCIAS e suas CAUSAS.
5. Instrumentalização.
Trata-se de um plenário muito importante, no qual se oferecerão
alguns INSTRUMENTOS para ajudar o grupo na busca de soluções
para os problemas analisados.
Esta é a estrutura básica desse plenário:
SOCIALIZAÇÃO
da caminhada dos grupos. Cada grupo apresentará o seu cartaz. O coordenador
do plenário fará comentários, pedirá explicações,
motivará comentários, contradições ou opiniões
sobre o que foi exposto.
Neste momento é importante proporcionar algum tempo para debates.
Os coordenadores oferecerão algumas INFORMAÇÕES que considerem
úteis na busca de soluções para os problemas em pauta.
Essas informações podem ser dados das ciências humanas
(psicologia, biologia, direito, por exemplo) ou outros, porém devem
ser apenas pequenas indicações.
DESOCULTAMENTO de alguns MECANISMOS SOCIAIS, ECONÔMICOS, COMERCIAIS,
CULTURAIS, POLÍTICOS ou mesmo RELIGIOSOS, que não tenham sido
ainda identificados pelos grupos, e que podem estar na origem de muitos dos
problemas apresentados, com o objetivo de colocá-los na moldura mais
ampla do contexto sócio-político, econômico e cultural
em que vivemos.
ILUMINAÇÃO DA FÉ, através de textos bíblicos,
comentados com clareza, e que ofereçam luzes para a busca das soluções
mais humanas para os problemas analisados. Trata-se da busca de integração
entre fé e vida.
Sugestões para este plenário:
a) A intervenção dos coordenadores, neste plenário de instrumentação, não deve se transformar em palestras ou longos discursos. São apenas algumas idéias que ajudem o prosseguimento das caminhada dos grupos.
b) Poderá ser válido aprovei
tar essa oportunidade para uma reflexão sobre o que é a essência da fé cristã:
o projeto de Deus para o Homem
e o mundo;
a humanização;
o anúncio do Reino de Deus feito por Jesus, Reino já presente
na história humana, na prática da justiça e do amor.
Tentar esclarecer que tudo que conduz à humanização é convergente com o projeto de Deus e que a fé tem o papel de iluminar as mentes na busca de soluções mais humanas para os problemas que desumanizam os homens e mulheres, promovendo a integração vital entre fé e vida.
6. Ponto de Chegada.
6.1. Primeiro momento.
Novamente nos mesmos pequenos grupos, os participantes, com a ajuda dos animadores,
serão convidados a dar os seguintes passos:
REVER o seu trabalho anterior,
CONFRONTÁ-LO com todas as intervenções já ocorridas,
ANALISAR e COMENTAR os dados novos e APROFUNDAR o DIAGNÓSTICO dos PROBLEMAS
já estudados. Certamente surgirá um ENTENDIMENTO NOVO e mais
MADURO da realidade, e MAIOR SEGURANÇA na busca de soluções
para aqueles problemas.
Tentar identificar:
• possíveis SOLUÇÕES para os PROBLEMAS analisados:
MUDANÇAS de HÁBITOS, ATITUDES e COMPORTAMENTOS PESSOAIS (ou
do casal, ou da família);
• AÇÕES PESSOAIS a desenvolver: novas práticas na vida a dois, na família e na sociedade - participação em estruturas sociais capazes de transformar a realidade desumanizante;
• AÇÕES que dependem de GOVERNOS ou outras INSTÂNCIAS SOCIAIS e POLÍTICAS, etc.
Durante essa reunião do grupo o animador provocará a manifestação de cada participante através de perguntas do tipo:
Esse plenário de que
acabamos de participar nos ajudou a ver mais claramente os problemas que analisamos?
Como assim? Por que?
Que aspectos novos mais nos interessaram?
O que os outros grupos trouxeram foi interessante? Por exemplo?
Aqueles esclarecimentos oferecido pelos coordenadores do plenário ajudaram
a compreender melhor os problemas?
Quais seriam então as soluções mais humanas para os problemas
que analisamos?
Que mudanças de comportamento, hábitos e atitudes seriam necessárias
para que esses problemas sejam resolvidos?
Que mudanças na sociedade são necessárias para a solução
desses problemas?
O que estamos dispostos a fazer? Que compromissos assumidos?
O relator preparará um INFORME ESCRITO ou CARTAZ para comunicar aos demais as soluções apontadas pelo seu grupo. A equipe escolherá a melhor maneira para fazer-se essa comunicação entre grupos. Pode ser uma síntese escrita com cópias distribuídas a todos – ou um sociodrama - ou o informe dos grupos poderiam ser simplesmente lidos em alguns celebração – ou um novo e breve plenário. E importante que as SOLUÇÕES APONTADAS sejam SOCIALIZADAS, que circulem entre todos.
6.2. Segundo momento.
Agora somente o casal ou o grupo familiar se reúne (dar bastante tempo)
para dialogar sobre todo trabalho realizado e deve ser estimulado a assumir
compromissos pessoais e/ou conjugais e/ou familiares, levando em conta as
soluções apontadas pelos grupos de que participaram.
7. Observações.
a) O mesmo método será agora aplicado à segunda e demais unidades temáticas. Os passos serão os mesmos, mas as dinâmicas de grupos e plenários podem e devem variar, segundo a criatividade da equipe, para evitar a monotonia da repetição de atividades. Os grupos podem ser recompostos. Talvez seja interessante que os casais já passem a participar juntos nos novos grupos.
b) Diante de raras situações em que se apresentam problemas muito especiais, um profissional pode ser eventualmente convidado a participar do plenário de instrumentação, apenas para elucidar dúvidas e não para fazer palestras técnicas, geralmente desnecessárias.
c) Aproveitar bem os tempo para refeições comunitárias, e abrir tempos para convivência descontraída que permita criar laços de amizade entre os participantes.
“OUTRA Aplicação Prática da Metodologia Participativa”
“Metodologia para os Módulos de Estudos do XVI ENA”
Convém lembrar que o estudo dos módulos tem por objetivo preparar os irmãos mefecistas que participarão do XVI ENA (Araraquara/São Paulo - julho/2007), bem como à imensa maioria de irmãos que não poderão estar presentes em Araraquara, quanto ao conteúdo a ser tratado naquele encontro. Cabe, ainda, lembrar que a primeira etapa desta preparação consistiu de uma grande consulta sobre os principais desafios que o MFC enfrenta, levando em conta a realidade de cada região. Assim, esses desafios ficaram definidos e organizados da seguinte forma:
1º. “Crise Familiar” – CONDIR SUL.
2º. “Conscientização da responsabilidade familiar e social” – CONDIR NORTE.
3º. “Evangelização e conscientização na família” – CONDIR NORDESTE.
4º. “Motivação: na nucleação, na expansão e fortalecimento do MFC” – CONDIR CENTRO OESTE.
5º. “Resgate do carisma do MFC – Profético e Libertador”
– CONDIR LESTE.
Ainda fazendo parte desta preparação, conduzida pela equipe nacional de Metodologia e Conteúdo do XVI ENA, foram elaborados Módulos de Estudo para cada um desses desafios, que deverão ser estudados pelas Equipes-Base, em conformidade com orientações daquela equipe de trabalho.
O PRÉ-ENCONTRO (estudo dos módulos), bem como o XVI ENA, deverão consistir num grande momento de reflexão e debate sobre os desafios enfrentados atualmente pelo MFC no Brasil, com análise de suas origens e causas, além do indicativo de pistas para superação dos problemas.
Para o PRÉ-ENA será adotada a Metodologia Participativa conhecida por VER - JULGAR - AGIR - CELEBRAR - AVALIAR. Para cada um dos módulos de estudo deverá ser utilizado um dos passos desse processo.
Estudo do Módulo I
– “Crise Familiar”.
No Módulo I será utilizado o primeiro passo VER, onde cada membro
do MFC deverá lançar seu olhar sobre o mundo em que vivemos,
em seus mais variados segmentos (social, político, econômico,
familiar, religioso, esportivo, cultural, segurança pública
e outros), buscando encontrar suas possíveis influências sobre
nossas famílias, capazes de provocar a chamada “CRISE FAMILIAR”.
O Módulo I traz, ainda, um texto de referência, que pode ser utilizado para ajudar no entendimento de como esse trabalho deve ser desenvolvido.
Finalizando o estudo do Módulo I a Equipe-Base deverá escrever uma síntese que contenha todas as influências dos diversos segmentos da sociedade atual, considerados importantes pela equipe, na geração das crises familiares que hoje enfrentamos, não apenas no seio da família, mas também nos relacionamentos entre famílias e no próprio MFC. Essa lista deverá ser ordenada da influência mais importante para a menos importante.
A equipe deverá escolher um texto bíblico que tenha iluminado e norteado este trabalho.
Estudo do Módulo II
– “Conscientização da Responsabilidade da Família”.
Para esse módulo será utilizado o segundo passo JULGAR, onde
cada membro do MFC deverá avaliar COMO os efeitos das INFLUÊNCIAS
DA SOCIEDADE pesam sobre a ESTRUTURA FAMILIAR.
Neste módulo os membros devem exercitar um julgamento com base em parâmetros puramente humanos, deixando para o estudo do Módulo III um julgamento com base em critérios cristãos. Dessa forma, neste momento, o julgamento deverá considerar os princípios de justiça, de ética e de moral que constituem o alicerce humano de qualquer sociedade.
O Módulo II também traz um texto de referência, que pode ser utilizado com o mesmo objetivo já exposto no Módulo I.
Finalizando o estudo do Módulo II a Equipe-Base deverá escrever uma síntese que contenha uma breve análise de “COMO” e “PORQUE” as influências dos diversos segmentos da sociedade atual, geram as crises familiares que hoje enfrentamos. Se for possível pode-se citar alguma referência bibliográfica (um livro, um autor, uma lei, etc.) que fundamente a análise.
A equipe deverá escolher um texto bíblico que tenha iluminado e norteado este trabalho.
Estudo do Módulo III
– “Evangelização e Conscientização
na Família”.
Para esse módulo também será utilizado o segundo passo
JULGAR, onde cada membro do MFC deverá avaliar COMO os efeitos das
INFLUÊNCIAS DA SOCIEDADE pesam sobre a ESTRUTURA FAMILIAR.
Neste módulo os membros devem exercitar um julgamento com base em parâmetros eminentemente cristãos. Neste módulo deve-se buscar referências teóricas ou práticas em textos bíblicos, documentos da igreja, artigos de revistas e livros de conteúdo religioso.
O Módulo III também traz um texto de referência.
Finalizando o estudo do Módulo III a Equipe-Base deverá escrever uma síntese que contenha uma breve análise de “COMO” a doutrina cristã pode ajudar a compreender e a enfrentar as influências dos diversos segmentos da sociedade atual, que geram as crises familiares que hoje enfrentamos.
Este trabalho teve por inspiração:
Matérias da Revista Fato e Razão – nº 61 –
Páginas 67 a 75.
Apresentação dos Módulos de Estudo para o XVI ENA.
Módulo I – “Crise Familiar”.
Módulo II – “Conscientização da Responsabilidade
da Família”.
Módulo III - “Evangelização e Conscientização
na Família”
CAMINHADA DO MFC NO AMAPÁ
O MFC chegou ao Amapá, com o desejo e a manifestação
de casais oriundos da JUVENTUDE OPERÁRIA CATÓLICA – JOC,
que após o casamento sentiram a necessidade de continuarem a realizar
alguma coisa, que lhes proporcionassem a reflexão espiritual o estudo
da religião, o lazer sadio, a partilha e o espírito de grupo,
um canal para atuarem na Comunidade, como formadores de opiniões, animador
e agente de iniciativa em prol das classes menos favorecidas, de defender
e salvar o próprio casamento através do dialogo, da discussão
criativa do debate e do aperfeiçoamento das idéias. Tudo em
razão de um clima cheio de esperanças, de fé e de crença
no futuro.
No grupo ninguém sabia e nem conhecia o que era o MFC. Tomamos a iniciativa
de reunir todos os casais na situação acima descrita para consolidar
a idéia e dar os primeiros passos, surgindo a iniciativa de convidar
o padre JORGE BASILLE, Ex. – assistente espiritual da JOC, para ajudar,
visando concretizar a meta desejada. Após ter ouvido a explanação
do grupo, Padre Jorge respondeu de pronto: isso que vocês desejam chama-se
MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO. Todos quase que simultaneamente perguntaram-lhe:
o que é este movimento? Como funciona? Trata-se de que? Será
que é a família Tradição e Prosperidade? Queremos
saber e conhecer a sua proposta. Gostaríamos que o senhor detalhasse
o que é o MFC. O Padre foi tomado de espanto, mas logo se refez e passou
a detalhar o que era, como funcionava, suas metas e finalidades, como chegou
ao Brasil, quem foi seus fundadores, e quais as cidades brasileiras que já
estavam organizados. Contou que teve conhecimento da existência deste
movimento através do MONSENHOR ROUXO, teólogo que visitou Macapá
nos idos de 1.955 com a finalidade de pregar um retiro espiritual para os
Padres da PRELAZIA DE MACAPÁ, e nesta oportunidade falou sobre o MFC,
aconselhando ao BISPO DOM ARISTIDE PIROVÁNO a organizá-lo em
nossa cidade. Ficando acertado de que o grupo composto por: MANOEL E ELMIRA
SANTOS, HERNANY E MARLY GUEDES, ADAMOR E MARIA AUTA OLIVEIRA, MENEZES E LINDAURA
SILVA, CARLOS E MEYRE, BRÁULIO E MARIA BUENANO, BERNARDO E NAZARÉ
SOUZA, JURACY E MARIA RAIMUNDA FREITAS E SANDIN E ADELINA, criaram um ciclo
de estudo acerca do MFC, e após um ano de trabalho concluíram
que era este o caminho a seguir, estava criado o MFC Amapá. Finalmente
fomos para uma reunião com o Bispo Dom José Maritano, acompanhado
do Padre Jorge Basille de saudosa memória ficando designado o dia 27
de agosto de 1.967 como a data de reconhecimento oficial da hierarquia católica
da Diocese de Macapá. Dias mais tardes é realizada as eleições
para suas primeira diretoria, recaindo a escolha no casal MANOEL E ELMIRA
SANTOS.
Casal coordenador Gomes e Deise
Você já parou para pensar ou refletir realmente o que é o ciúme? O dicionário diz que é o medo de perder o objeto amado, mas será somente isso? Para alguns, pode ser a falta de confiança no parceiro o que faz com que essa doença comece a nascer e estrague uma relação. Mas na verdade, não é bem assim, pois o ciúme é a falta de confiança sim, mas não no parceiro e sim em si próprio. Pensando não ser capaz de atingir ou realizar algo, você acaba pensando que a pessoa que está com você a trocará por outra e esse medo faz com que você tenha as reações denominadas de “ciúme”.
Se essa doença tem cura? Como qualquer doença ela te uma solução sim, mas para você se curar dela, só há um antídoto: Você querer mudar e tomar a iniciativa para isso. Pensado que você é capaz, acreditando e agindo com essa idéia, o ciúme não virá a aparecer e assim não irá estragar a relação que você tem com o seu companheiro.
Evite também falar de assuntos que tragam lembranças ruins, de momentos em que essa epidemia esteve presente, afinal, para que ficar relembrando um passado amargo?
Se for necessário para você, procure algum tipo de auxílio, onde você poderá tratar de problemas como a auto-estima e a autoconfiança. Após tudo isso, você mesmo se sentirá muito melhor e o seu romance estará cada vez mais forte com o seu verdadeiro amor.
O ciúme não constrói nada de positivo,
muito pelo contrário, destrói aquilo que há de mais bonito,
como duas pessoas que se amam e que estão juntas. Pense nisso. A solução
está apenas em suas mãos.
Proclamação da Independência
No dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, Dom Pedro tomou conhecimento de ordens vindas da corte portuguesa para que ele abandonasse o Brasil e fosse para Portugal ou então seria acusado de traição, com isso irritado bradou "Independência ou Morte!", e assim desligou o Brasil de Portugal definitivamente. Em 12 de outubro de 1822, foi aclamado Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Em 1º de dezembro do mesmo ano, realizou-se a cerimônia de coroação e sagração.
Primeiro Reinado (1822-1831)
Para que se consumasse o processo de independência, era preciso vencer
a oposição das tropas portuguesas aquarteladas no país
e impor o domínio do governo central no restante das Províncias.
No Nordeste, sobretudo, havia fortes tendências federalistas (maior
autonomia local) e separatistas. Após prolongados combates que só
terminaram em novembro de 1823, o primeiro ministério nacional, chefiado
por José Bonifácio de Andrada e Silva, consolidou a independência
em todo o território nacional. Ao mesmo tempo, José Bonifácio
e seus irmãos, Martim Francisco e Antônio Carlos, concentraram-se
na eliminação de seus opositores dentro do Partido Brasileiro.
Os chamados exaltados ou democráticos opunham-se à monarquia
forte e centralizada e defendiam o direito de cada província tomar
suas próprias decisões. No final de 1822, foram proibidos de
circular os jornais dos exaltados, e presos ou deportados muitos membros do
grupo, como Joaquim Gonçalves Ledo, José Clemente Pereira e
Januário da Cunha Barbosa.
Assembléia Constituinte
Convocada desde 1822, começou a preparar a Constituição
do país em maio de 1823. A maioria de seus deputados pertenciam ao
Partido Brasileiro. Havia, do outro lado, o Partido Português, integrado
principalmente por altos funcionários da corte, militares e comerciantes
portugueses favoráveis a que Dom Pedro I se reaproximasse de Portugal.
O projeto de constituição apresentado por Antônio Carlos
de Andrada e Silva restringia a autoridade do imperador e dificultava o acesso
dos portugueses aos cargos de representação nacional. Estabelecia
também que se Dom Pedro I aceitasse uma coroa estrangeira (alusão
à coroa portuguesa da qual era herdeiro direto) deveria renunciar automaticamente
à brasileira. Em julho de 1823, o gabinete dos Andradas foi substituído
por um ministério de políticos do Partido Português. Em
12 de novembro de 1823, no episódio conhecido como A Noite da Agonia,
a Assembléia Constituinte foi cercada pelas tropas e dissolvida pelo
imperador. Vários deputados foram presos. Entre os que se exilaram
estavam os irmãos Andradas.
Outorgada por Dom Pedro I em 25 de março de 1824, a primeira constituição
brasileira mantinha algumas linhas mestras do projeto de Antônio Carlos.
Votavam apenas os cidadãos que tivessem rendimentos líquidos
anuais no valor de, no mínimo, 150 alqueires de farinha de mandioca.
Para candidatar-se a deputado ou senador, era preciso ter rendimentos de 500
ou 1.000 alqueires, respectivamente. Assim, de uma população
de mais de 5 milhões, votavam somente 5 mil eleitores. Além
do Legislativo, do Executivo e do Judiciário, a Constituição
de 1824 instituía o Poder Moderador, privativo do imperador. Graças
a este Poder, o imperador podia nomear os presidentes das províncias,
chefiar as Forças Armadas, dissolver a Câmara dos Deputados,
demitir ministros. A Constituição autorizava Dom Pedro I a ocupar,
simultaneamente, o trono brasileiro e um trono estrangeiro. A dissolução
da Assembléia e o excessivo centralismo da Constituição
fizeram entrar novamente em ebulição as forças federalistas
e republicanas do Nordeste. Em 2 de junho de 1824, os pernambucanos proclamaram
a Confederação do Equador. Com a adesão do Ceará,
Paraíba e Rio Grande do Norte, criaram uma república federalista
independente, logo dominada pelas forças legalistas.
Reconhecimento da Independência
Era uma questão crucial para o império brasileiro. As monarquias
absolutistas européias eram hostis à independência do
Brasil. Os E.U.A. foram o primeiro país a reconhecer o governo brasileiro,
em maio de 1824. Alguns meses antes fora divulgada a Doutrina Monroe, pela
qual o presidente James Monroe declarava que os E.U.A. não aceitariam
qualquer intervenção recolonizadora da Europa no continente
americano. Graças à mediação da Inglaterra, em
agosto de 1825, a coroa portuguesa reconheceu a independência do Brasil.
Em troca, obtinha a condição de "nação mais
favorecida" nas transações comerciais e uma indenização
no valor de 2 milhões de libras. A Inglaterra também reconheceu
a independência do Brasil em 1825. Somente a partir de 1826 a soberania
brasileira foi reconhecida pela França, pelo Vaticano e pelas demais
nações européias, concluindo-se a formalização
da independência. As repúblicas latino-americanas, por sua vez,
encaravam o império brasileiro como instrumento dos interesses recolonizadores
europeus e condenavam a anexação da Cisplatina (em 1821, o Reino
Unido luso-brasileiro anexara a Banda Oriental, atual Uruguai, a qual passou
a chamar-se Província Cisplatina).
Guerra da Cisplatina
Em de março de 1825, uruguaios apoiados pelo governo de Buenos Aires
reiniciaram a luta pela independência da Cisplatina. Ocuparam todo o
território, com exceção de Montevidéu e Colônia,
onde poderosos comerciantes, rivais dos de Buenos Aires, apoiavam a dominação
brasileira. Um governo provisório uruguaio decidiu incorporar a Cisplatina
à República das Províncias Unidas do Rio da Prata (Argentina).
Imediatamente o Brasil declarou guerra à Argentina e bloqueou o porto
de Buenos Aires. Em 1828, uma esquadra francesa ocupou a baía de Guanabara.
Exigia a suspensão do bloqueio a Buenos Aires e uma indenização
pelos prejuízos sofridos pela França com a interrupção
do comércio na bacia do Prata. Por intervenção da Inglaterra,
a Argentina e o Brasil assinaram, em agosto de 1828, um acordo de paz, pelo
qual reconheciam a independência da República da Banda Oriental
do Uruguai.
Crise Política e Econômica
Em 1826, Dom Pedro I instalou a primeira Assembléia Geral Brasileira:
o Senado, vitalício, e a Câmara dos Deputados, eletiva e temporária.
Os deputados, eleitos em 1824, eram em sua maioria abertamente hostis ao autoritarismo
do imperador. Queriam um governo parlamentar que ouvisse a Câmara dos
Deputados e a ela prestasse conta de seus atos. Por outro lado, o país
atravessava crise econômica e financeira. As lavouras tradicionais de
exportação estavam em decadência. O açúcar
brasileiro, de cana, fora desalojado de seus principais mercados (Europa e
E.U.A.) pelo açúcar de beterraba. O algodão nordestino
não resistira à concorrência do algodão norte-americano
e oriental. O tabaco perdia seus mercados africanos em conseqüência
das restrições impostas pela Inglaterra ao tráfico de
escravos. Enquanto isso, cresciam as importações de manufaturados,
principalmente ingleses, que levavam o país a gastar mais do que recebia
com a exportação de seus produtos agrícolas. Para agravar
a situação, o governo imperial precisou contrair grandes empréstimos
com bancos estrangeiros, sobretudo ingleses, a fim de financiar a guerra da
Cisplatina e pagar as indenizações que devia a Portugal e à
França. Em 1828, o Banco do Brasil foi à falência.
Lei Áurea
Levado pela força dos acontecimentos, o governo central fazia pequenas
concessões que não contentavam nem aos escravocratas nem aos
abolicionistas. Em 1885, foi promulgada a Lei Saraiva-Cotegipe, mais conhecida
como Lei dos Sexagenários. Tratava-se, em verdade, de norma contraproducente,
pois ao libertar os escravos maiores de 60 anos, desobrigava os proprietários
de sustentá-los quando já estavam cansados e doentes, condenando-os
à mendicância. Finalmente, em 13 de maio de 1888, a princesa
Isabel, regente do trono (por motivo de viagem do imperador, seu pai), assinou
a Lei Áurea, que libertou os últimos 720 mil escravos existentes
no país (5% da população). Grande número desses
escravos, aliás, já se havia rebelado, recusando-se a trabalhar
sem remuneração ou fugindo de seus proprietários. Os
fazendeiros do vale do Paraíba, únicos a votar contra a aprovação
da lei no Parlamento, pois eram os mais prejudicados, passaram para o Partido
Republicano. Eles tinham a esperança de que o novo regime lhes indenizaria
as perdas sofridas.
Fim do Império
Isso tudo bastou para no dia 15 de Novembro de 1889 o Marechal Deodoro da
Fonseca decretasse o inicio da República e o fim do Império
Fonte: Livro História Geral do Brasil
DATA |
ATIVIDADE |
OBSERVAÇÃO |
19.01 a 04.02 |
1º ENPREC. Local: Sede do MFC. 14 casais participantes. Programação da Coordenação Estadual do MFC. |
Já realizado |
01.02 6ª F 19:30 h |
Reunião na residência do casal Neide
e Zé Maria. Tema: Prestação de contas da ação solidária natalina na creche da Fazendinha. Reflexão: Mc 6, 7-13. |
Já realizado |
11.02 Domingo 09:00 h |
Manhã de formação na sede do
MFC. Tema: Metodologias Participativas. Reflexão: Ecle 2, 1-6. Programação da Coordenação Estadual do MFC. |
Já realizado |
18.02 Domingo 09:30 h |
Reunião na residência do casal Nazaré
e Bernardo. Tema: Estudo do Módulo I do Pré-ENA. Reflexão: Jo 3, 1-21. Almoço fraterno. |
Já realizado |
25.02 Domingo 09:30 h |
Reunião na residência do casal Márcia
e Chico. Tema: Estudo do Módulo II do Pré-ENA. Reflexão: Lc 4, 1-13. Almoço fraterno |
Já realizado |
04.03 Domingo 08:30 h |
Manhã de formação na sede do
MFC. Tema: Campanha da Fraternidade – Fraternidade e Amazônia – Vida e missão neste chão. Dia nacional de contribuição do MFC. Programação da Coordenação Estadual do MFC |
Já realizado |
11.03 Domingo 09:30 h |
Reunião na residência do casal Andréa
e Júlio. Tema: Estudo do Módulo III do Pré-ENA. Reflexão: Lc 13, 1-9. Almoço fraterno |
Já realizado |
16.03 a 01.04 |
2º ENPREC. Local: Sede do MFC. 15 casais participantes. Programação da Coordenação Estadual do MFC |
Já realizado |
18.03 Domingo 09:30 h |
Reunião na residência do casal Selma
e Carlos. Tema: Estudo do Módulo IV do Pré-ENA. Reflexão: II Cor 5, 17-21. Almoço fraterno |
Já realizado |
MFC - Equipe São Paulo ..... Programação 2007
28.04 Sábado 19:30 h |
Reunião na residência do
casal Marilene e Neuto Tema: Planejamento das atividades da Equipe-Base São Paulo/MFC, no 1º semestre/2007. Reflexão: Jo 6, 60-69. |
Já realizado |
01.05 3ª F 15:00 h |
Reunião na Escola da Igreja São Paulo. Tema: Estudo do Módulo V do Pré-ENA. Reflexão: At 11, 19-26. |
Já realizado |
05.05 Sábado 18:30 h |
Prestação de serviço à
comunidade. Projeto: “Educação para o amor” Parceria: Equipe-Base São Paulo/MFC – JUSP-Jovens Unidos da Igreja São Paulo. |
Início do projeto |
12.05 Sábado 22:00 h |
Baile das Flores na sede do MFC. Homenagem as mães. Programação da Coordenação Estadual do MFC |
- |
18.05 19.05 20.05 |
6ª Reunião Ordinária do Conselho
Diretor Regional Norte – CONDIR Norte / MFC. Local: Sede do MFC. |
- |
22.05 a 10.06 |
3º ENPREC. Local: Sede do MFC. Programação da Coordenação Estadual do MFC. |
- |
26.05 Sábado 16:00 h |
Reunião do Conselho Paroquial “São
Pedro”. Programação da Paróquia São Pedro. |
- |
17.06 Domingo 08:30 h |
Prestação de serviço à
comunidade. Encontro de formação com os crismandos da igreja São Paulo. Tema: A família no mundo atual. |
- |
24.06 Domingo |
Arraial do MFC. Local: Sede do MFC. Programação da Coordenação Estadual do MFC. |
- |
02.06 Sábado 20:00 h |
Reunião na residência do casal Joelma e Ladilson. | - |
Prestação de serviço à comunidade Projeto “Educação para o amor” |
Ação Solidária Conteúdo da ação: A ser
definido. |
Macapá, 01 de maio de 2007.
______________________ Casal Coordenador Marilene e Neuton |
____________________ Casal Secretaria Selma e Carlos |